sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

EBENÉZER, A PEDRA DE AJUDA DE DEUS

03.02.2017


“EBENÉZER! - Até aqui nos ajudou o Senhor!” I Sam 7.12

“A palavra hebraica “Ebenézer” literalmente significa “pedra de Ajuda” e aparece três vezes na Bíblia. 

Veja as referências abaixo: 

Ebenézer é o nome de uma aldeia de Efraim onde os filisteus derrotaram os israelitas. (Dicionário da Bíblia de Almeida): “Veio a palavra de Samuel a todo o Israel. Israel saiu à peleja contra os filisteus e se acampou junto a Ebenézer; e os filisteus se acamparam junto a Afeca.” (1 Samuel 4:1 RA).

“Os filisteus tomaram a arca de Deus e a levaram de Ebenézer a Asdode.” (1 Samuel 5:1 RA). Mais tarde os israelitas venceram os filisteus e levantaram uma pedra, a qual chamaram de Ebenézer: “Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse: Até aqui nos ajudou o SENHOR.”(1 Samuel 7:12 RA). 

Portanto, Ebenézer é também o nome dado a uma pedra memorial erigida por Samuel para marcar o local onde Deus ajudou Israel a derrotar os filisteus ao norte de Jerusalém. (Léxico de Português Hebraico STRONGS). 

É interessante o jogo de palavras e seu significado. Primeiramente, os filisteus derrotaram os Israelitas próximo à aldeia de EBENÉZER (Pedra de Ajuda). O Senhor não pode ser “pedra de ajuda” para o seu povo porque estavam agindo sem fé e de forma desobediente. 

Depois de algum tempo, após arrependimento sincero, Deus pode ser uma “pedra de ajuda” para o seu povo, dando-lhes a vitória sobre os inimigos Filisteus. Então, Samuel declarou: “até aqui nos ajudou o Senhor”. Ou seja, até aqui o Senhor foi nossa “pedra de ajuda”. “ (transcrito) 

Assim como o povo judeu ao vencer os filisteus disseram: “Ebenézer!”, ou seja “Até aqui nos ajudou o Senhor!” nós também podemos, ao findar este primeiro semestre dizer: “EBENÉZER! Este primeiro semestre não foi muito fácil. Tivemos várias dificuldades mais em todas elas o Senhor nos tem ajudado. 

Podemos dizer que tudo foi resolvido, ainda não, mais Até aqui o Senhor nos ajudou! O povo de Deus nos tempos de Samuel estava distante do Senhor e procuravam respostas em outros deuses, mais enquanto não se arrependeram e voltaram-se para Deus a vitória não foi completa. 

Foi necessário que recebessem um alerta do sacerdote para que encontrassem novamente o caminho do Senhor. Então foram felizes em suas empreitadas. Deus é também a nossa “pedra de ajuda”, para tanto é necessário que creiamos em seu amor e sua sabedoria para que possamos continuar a dizer: ”Até aqui o Senhor nos ajudou! E poderá ajudar muito mais. 

Porém, não basta crer, temos também que demonstrar o que cremos através de nossos atos, não apenas com nossas palavras. Nossas ações precisam refletir o que falamos e sentimos. Deus deseja te ajudar creia e a cada dia poderemos dizer: Até aqui o Senhor nos ajudou!
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Fonte:https://ieadepe.blogspot.com.br/p/sobre-nos.html

A importância da leitura para o alicerce da fé cristã

03.02.2017
Do blog COSMOVISÃO CRISTÃ, 21.11.16
Por Valdir Nascimento*

As pessoas que desejam ter uma fé sólida e aprender a defender consistentemente as doutrinas do Cristianismo precisam desenvolver o hábito da leitura. Embora as Escrituras Sagradas sejam, como já disse, a fonte primária da defesa da fé cristã, os livros – de bons autores – servem como guias e nos ensinam a entender melhor alguns pontos da fé cristã, lançando luz sobre questões bíblicas complexas e, por via de consequência, contribuindo para uma boa formação apologética.
Infelizmente o brasileiro lê pouco. Não obstante o analfabetismo tenha recrudescido em nosso país nos últimos anos, o hábito de leitura ainda é tímido. A questão é que muitos dos nossos compatriotas foram do analfabetismo à TV sem passar na biblioteca[1]. O brasileiro lê, em média, 1,8 livro/ano. Um estudo realizado em 2005 pelo Instituto Paulo Montenegro apontou que 74% da população brasileira, entre 16 e 64 anos de idades, não sabem ler ou possuem muita dificuldade em entender o que leem[2]. Em 2011, o Instituto Pró-Livro apontou que em 2007 55% da população era considerada leitora (havia lido pelo menos um livro, inteiro ou em partes, nos três meses anteriores à pesquisa). Já em 2011 o índice diminuiu para 50% da população.
Sobre o ambiente religioso, Altair Germano também adverte em seu livro O cristão e o hábito da leitura que “o líder cristão ainda não reconhece no ato de ler o seu valor para o desenvolvimento intelectual, adequação de comportamentos à nova realidade cultural e social, sem falar da possibilidade de conduzir a igreja, o ministério ou grupo que lidera a um processo de desenvolvimento e entendimento a realidade”, o que segundo ele produziria uma igreja mais atuante, conhecedora dos grandes desafios deste século e capaz de adequar suas práticas ao novo contexto[3].
Não podemos generalizar. Muitos líderes cristãos compreendem o valor e a importância do ato de ler para o crescimento intelectual e espiritual da igreja. Mas, poucos incentivam ou idealizam algum programa em suas congregações com o objetivo de disseminar esse hábito. A criação de pequenas bibliotecas no ambiente da igreja seria uma importante ação eclesiástica, que certamente beneficiaria a vida de muitos crente, inclusive jovens.
É preciso reacender em nossas igrejas o apreço pela leitura, afinal, ela é ingrediente vital no processo de tomada de consciência e até mesmo fervor espiritual. Em seu livro, Altair Germano demonstra como a leitura foi importante no Antigo e Novos Testamentos, entre os pais da igreja, na Reforma Protestante, nos períodos de reavivamento e das missões modernas.
Altair Germano escreve:
“Os benefícios da leitura, uma vez revelados, poderão influenciar positivamente na tomada de consciência sobre a necessidade de ler. O interesse pela leitura tende a crescer quando se sabe que, além da emancipação crítica e da autonomia como indivíduo, o hábito de leitura proporciona o desenvolvimento intelectual, o enriquecimento do vocabulário, a fluência verbal, a apropriação dos bens culturais, a informação e o conhecimento, a saúde emocional e psíquica, o estímulo e saúde mental e comunhão com as grandes mentes”.[4]
No clássico A vida intelectual, A.D. Sertillanges propõe que a leitura é o meio universal para o aprendizado, e é a preparação próxima e remota para a produção. Ele escreveu:
“Nunca pensamos isoladamente: pensamos em sociedade, em colaboração imensa; trabalhamos com os trabalhadores do passado e do presente. Graças à leitura, pode comparar- se o mundo intelectual a uma sala de redacção ou repartição de negócios, onde cada qual encontra no vizinho a sugestão, o auxílio, a crítica, a informação, o ânimo de que carece. Portanto, saber ler e utilizar as leituras, é necessidade primordial que o homem de estudo não deve esquecer”.[5]
Quando lemos, nos beneficiamos da pesquisa e do conhecimento de pensadores do presente e do passado. Eles abrem nossas mentes, instrui nosso pensamento e nos fornecem informações valiosas. Nesse sentido, Sertillanges vai dizer que o contato com escritores geniais nos faz granjear vantagens imediatas de elevar-nos a um plano alto; somente pela sua superioridade eles conferem um benefício sobre nós mesmos antes que nos ensinem alguma coisa[6].
Quanto à forma de leitura, cabe aqui dois conselhos: um de Sertillanges e outro de C. S. Lewis.
Sertillanges dizia que embora a leitura seja importante, ela deve ser feita na quantidade adequada. Por isso, ele diz: Leia pouco!. Esse conselho parece paradoxal, já que estamos falando da importância e da necessidade de leitura. Mas o que Sertillanges tem em mente é a qualidade da leitura, e nem tanto a quantidade. Ele diz que a leitura deve ser feita com inteligência, pois
“(…) a leitura desordenada não alimenta, entorpece o espírito, torna-o incapaz de reflexão e concentração e, por conseguinte, de produção; exterioriza-o no seu interior, se assim se pode dizer, e escraviza-o às imagens mentais, ao fluxo e refluxo das ideias que ele se limita a contemplar na atitude de simples espectador. É embriaguez que desafina a inteligência e permite seguir a passo os pensamentos alheios e deixar-se levar por palavras, por comentários, por capítulos, por tomos.
A série de excitações assim provocadas arruína as energias, como a constante vibração estraga o aço. Não esperemos trabalho verdadeiro de quem cansou os olhos e as meninges a devorar livros; esse encontra-se, espiritualmente, em estado de cefalalgia, ao passo que o trabalhador, senhor de si, lê com calma e suavidade somente o que quer reter, só retém o que deve servir, organiza o cérebro e não o maltrata com indigestões absurdas”. [7]
Por seu turno, o conselho de Lewis é o seguinte: Leia livros antigos. Ele dizia que depois de ler um livro novo, “nunca se permitir outro novo até que se leia um antigo entre os dois. Se isso for demais para você, então leia um velho pelo menos a cada três novos”. Lewis não está menosprezando os livros novos. Ele diz que devemos contrabalancear nossas leituras com livros novos e livros antigos – os clássicos da literatura. Nañez captou essa mesma ideia ao afirmar que somente depois de apreciar os mestres da prosa e poesia do passado, consegue-se meditar a qualidade de obras mais recentes. Ele nos incentiva a deleitarmos em Cícero, Calvino, Dickens, Dillard, Dostoievski; partir o pão com Buechner, Burroughs, experimentar Tolstói ou Newman, Carnell ou Merton, O’Connor ou Chesterton. Poderia acrescentar Jacob Armínio, Agostinho, Tomás de Aquino, John Bunyan e muitos outros. Não levará muito tempo e então perceberemos, diz Nañez, a profundidade marcante de autores e reconhecer o abismo significativo que separa a literatura cristã popular de hoje do concentrado de informações espirituais e cognitivas das penas de antigamente.[8]
O Cristão e a Universidade
Fonte: Nascimento, Valmir (O Cristão e a Universidade, CPAD, 2016).
Referências
[1] SOEIRO, Rafael. Por que o brasileiro lê pouco. Disponível em http://super.abril.com.br/cultura/brasileiro-le-pouco-610918.shtml. Acesso em 14 de janeiro de 2015.
[2] GERMANO, Altair. O líder cristão e o hábito da leitura. CPAD: Rio de Janeiro, 2011, p. 12.
[3] GERMANO, Altair, 2011, p. 12.
[4] GERMANO, Altair, 2011, p. 86.
[5] SERTILLANGES, A.D. A vida intelectual. Cópia disponível na internet. p. 48.
[6] SIRE, James, 2005, p. 203.
[7] SERTILLANGES, A.D. A vida intelectual. Cópia disponível na internet. p. 48.
[8] NÃNEZ, Rick, 2007, p. 342.
*Valmir Nascimento. Jurista e teólogo. Mestrado em Teologia. Professor universitário. Comentarista de Lições Bíblicas de Jovens da CPAD.
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Fonte:https://comoviveremos.wordpress.com/2016/11/21/a-importancia-da-leitura-para-o-alicerce-da-fe-crista/

Assembleias de Deus de ministérios menores e independentes são destaques em reportagem inédita no DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Pr. Robenildo Lins é entrevistado novamente

03.02.2017
Do blog da IEADEPE,07.01.17

Mais uma vez  a Assembleia de Deus Ebenézer ganha destaque nas páginas do maior e mais lido jornal de Pernambuco e do Nordeste, o DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Pastor Robenildo Lins, já tinha sido entrevistado pelo mesmo jornal,  no dia 31 de dezembro de 2016(vide aqui). Nesta nova reportagem ele sobre a importância das Assembleias de Deus de ministérios menores e independentes em Pernambuco.

A jornalista Tânia Passos é a autora da matéria. Ela conseguiu, com muito profissionalismo, abordar este assunto, que pela primeira vez é alvo de uma reportagem na imprensa pernambucana.

A população pernambucana apenas conhecia os  Ministérios de Recife, presidido pelo Pr. Ailton Alves e  Abreu e Lima, presidida pelo Pr. Roberto Santos.

A reportagem do Diário consegue,  com maestria,  trazer à tona  a existência dessas outras assembleias de Deus ainda pouco conhecidas, mas que desempenham o mesmo papel espiritual  das duas maiores: pregam a Palavra de Deus, creem no Batismo no Espírito Santo e na atualidade dos Dons Espirituais,  além de outras similaridades eclesiásticas e doutrinárias.

Mesmo que independentes  em Pernambuco,  elas tem a mesma confissão de fé, visto que são ligadas doutrinariamente à mesma Convenção Nacional: A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil - CGADB.

A prova disto é a Confissão de Fé da Igreja Assembleia de Deus Ebenézer em Pernambuco(vide aqui) que é igual à Confissão de Fé das Assembleia de Deus do Recife e a de Abreu e Lima, ambas também filiadas àCGADB.

“Algumas igrejas acreditam que os dons cessaram, mas cremos no batismo do Espírito Santo e na salvação mediante a palavra de Deus”, foram palavras do pastor Robenildo Lins, presidente da Assembleia de Deus Ebenézer, em um dos momentos da reportagem que segue abaixo, na íntegra.

A reportagem também revela-se importante por nos fazer reviver momentos históricos das Assembleias de Deus em Pernambuco, dos quais todos os assembleanos pernambucanos guardam com muito carinho e agradecem a Deus por tantas vitórias alcançadas ao longo da história assembleana, tanto aqui em Pernambuco quanto no Brasil.

Parabéns ao Diário de Pernambuco pela reportagem.Parabéns à jornalista Tânia Passos pelo ineditismo  e pela excelente reportagem.

Abaixo segue a reportagem na íntegra:
Uma mesma palavra para o credo pentecostalA Assembleia de Deus em Pernambuco tem dois grandes campos: Recife e Abreu e Lima. Mas a denominação também conta com representações menores e autônomas

Templo central da denominação pentecostal no Recife se destaca na paisagem da Cruz Cabugá
Sem apostar na teologia da prosperidade e com um dos mais rígidos padrões de comportamento, a Assembleia de Deus é a maior igreja evangélica do país e de Pernambuco. Do 1,7 milhão de fiéis evangélicos no estado, mais de 800 mil são assembleianos. Em Pernambuco, a Assembleia se divide em dois grandes campos: o Recife, que tem sede na Avenida Cruz Cabugá, a maior e mais antiga, Abreu e Lima, com sede na BR-101. Além delas, outras ADs de várias denominações independentes ou originárias de outros estados seguem atraindo fiéis sob a doutrina trazida pelos missionários suecos Joel Carlson e Signe Carlson, em 1918. 

A Assembleia de Deus foi fundada no Recife em 1918, na Boa Vista

Carlson iniciou as atividades da igreja no bairro da Boa Vista, na residência dos irmãos João Ribeiro e Felipa Ribeiro, onde foi realizado o primeiro culto. O evangelismo ocorria nas praças e residências. De uma casa simples a um dos maiores templos religiosos do Recife, na Avenida Cruz Cabugá, a Assembleia de Deus projeta ampliação. O futuro templo será erguido na Avenida Mário Melo, no mesmo bairro, com investimento estimado em R$ 300 milhões. O projeto prevê templo de cinco pavimentos e um estacionamento com 17 andares. 

Apesar da suntuosidade do templo central, a maioria das igrejas assembleianas exibe uma realidade diferente. Uma das características da evangelização é levar o evangelho nas áreas mais pobres. “Jesus disse: ide e pregai o evangelho a toda criatura. Nós percorremos becos, vielas, comunidades, muitas vezes violentas, mas as dificuldades não nos desanimam, pelo contrário, é a confirmação da fé no Salvador”, explicou o pastor Robenildo Lins, que preside a Assembleia de Deus Ebenézer, atualmente com seis congregações. Uma delas será inaugurada neste sábado no Sítio Ouro Preto, Olinda. 

Em Pernambuco, pelo menos 18 igrejas seguem a doutrina da Assembleia, mas são autônomas. Elas fazem parte da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. O pastor Severino Ramos, que foi do campo do Recife por 34 anos, decidiu fundar sua própria igreja, a Assembleia de Deus Adoração. “Há uma necessidade de expansão, além de uma denominação. É uma forma de alcançar um número maior de pessoas”, ressaltou o pastor, que preside o ministério em dez cidades do interior do estado. 

Enquanto as fiéis, tradicionalmente, usam vestidos e saias, os homens vestem paletó e gravata. A ideia é diferenciar o crente dos que estão fora igreja. “Na verdade, somos todos irmãos, independentemente de ser católico, batista, presbiteriano ou adventista”, comparou o pastor Robenildo Lins. Outro aspecto da diferenciação é o credo. A Assembleia é pentecostal. Acredita nos dons espirituais que os apóstolos receberam no Dia de Pentecostes, como falar línguas estranhas, profetizar e curar.  “Algumas igrejas acreditam que os dons cessaram, mas cremos no batismo do Espírito Santo e na salvação mediante a palavra de Deus”, afirmou Robenildo.

O início do movimento pentecostal no Brasil

A Assembleia de Deus chegou ao Brasil com os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que vieram dos Estados Unidos e desembarcaram em Belém, no Pará. Eles trouxeram a doutrina do batismo no Espírito Santo, que provocou divergência. Em 18 de junho de 1911 foi fundada a Igreja Missão de Fé Apostólica, com conceito já empregado em Los Angeles. Em 1918, a nova igreja, por sugestão de Vingren, passou a chamar-se Assembleia de Deus, em virtude da fundação das Assembleias de Deus no Arkansas, Estados Unidos, em 1914.

A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançou o Amazonas e propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. 

A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. 

Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936, a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país.

As Assembleias brasileiras estão organizadas em forma episcopado não-territorial, onde cada ministério é constituído pela igreja-sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação. 

O sistema é um misto entre o episcopal e o congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério, e depois levados ao restante dos fiéis. 

Números

Ranking das cinco maiores igrejas evangélicas

Brasil
  • 12,3 milhões de fiéis da Assembleia de Deus
  • 3,7 milhões da Igreja Batista
  • 2,3 milhões da Congregação Cristã Brasil
  • 1,9 milhão da Universal do Reino de Deus
  • 1,5 milhão da Igreja do Evangelho Quadrangular
Pernambuco
  • 802.047 fiéis da Assembleia de Deus
  • 255.904 da Igreja Batista
  • 62.002 da Igreja Universal do Reino de Deus
  • 55.046 da Igreja Adventista
  • 40.201 da Igreja Presbiteriana
Fonte: Censo Demográfico/2010

Linha do Tempo
  • 1916 - Chegou ao estado Daniel Nobre, que presidiu os primeiros cultos
  • 1918 - Chegou ao estado o casal de missionários suecos Joel Carlson e Signe Carlson, que ajudou na criação da primeira Assembleia de Deus em Pernambuco
  • 1947 - Foi construído o templo de Abreu e Lima da Assembleia de Deus
  • 1953 - O campo de Abreu e Lima passou a ter autonomia jurídica
*Tânia Passos, é jornalista, repórter e editora-assistente do Diário de Pernambuco.
   E-mail:taniapassos@diariodepernambuco.com.br

NOTA: Clique no link para lê a reportagem diretamente no site do Diário de Pernambuco.
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Fonte:http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/suplementos/educacao-e-religiao/2017/01/07/interna_educacaoereligiao,160989/uma-mesma-palavra-para-o-credo-pentecostal.shtm

O OBREIRO E A FAMÍLIA

03.02.17
Do blog da IEADEPE, 31.01.17

TEMA: O OBREIRO E A FAMÍLIA

TEXTO: “...Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” JOSUÉ 24:15.

É importante ressaltar principalmente em momentos como este a importância da família na vida ministerial de um obreiro, seja em qualquer escala eclesial, pois vivemos numa sociedade de cobranças, no entanto a quem mais se dá, mais é cobrado. A nossa convivência familiar é observada e deve servir de modelo para os membros e congregados da igreja, ora! Se nós não cuidarmos da nossa casa como cuidaremos da casa do Senhor? Os belos exemplos deixados por nossos pais na fé devem ser repassados para as gerações atuais e futuras, pois eles também serão cobrados pela mesma sociedade, pois o obreiro que é exemplo para a sua família, certamente o seu modelo será imitado.

I. O Obreiro e a Esposa

1. O obreiro e a esposa formam uma SOCIEDADE.
2. Essa sociedade é fundamentada no AMOR.
3. Como fruto dessa associação surge à FAMÍLIA.
4. Para manter essa sociedade é necessário:
a) Compreensão
b) Boa comunicação ou bom relacionamento.
c) Necessariamente o obreiro deve dar atenção a sua mulher mais do que as outras.
d) O obreiro deve atender as necessidades nos momentos de intimidade com a esposa buscando sempre a perfeição, e não defraudar o outro.
e) O obreiro é um homem como qualquer outro sujeito aos desejos e falhas, mas que estes devem ser controlados.

II. O Obreiro e o Lar

1. O Lar do obreiro deve ser lugar de benção e satisfação.
2. O lar é a sede do desenvolvimento, onde se trata do futuro do grande patrimônio que é a família.
3. O obreiro deve sempre estar bem humorado, para isso é necessário saber administrar o seu estado de humor e as diferenças.
4. O obreiro deve cuidar da sua casa, se não cuida bem, como cuidará da casa de Deus.
5. O obreiro deve criar os seus filhos com disciplina, ela tem resultados positivos (Pv 29:15-17; Pv 23:13-14).

III. Futuro dos Filhos

Devemos estar cientes que, tanto os pais quanto os filhos têm o papel fundamental na estrutura familiar em todos os aspectos. É normal os pais lutarem pelo bem estar dos filhos e prepará-los para o amanhã, pois eles darão continuidade a família. Quanto ao futuro dos seus filhos, pense em duas coisas que eu considero essenciais e importantes, são elas:
a) Não prepare o futuro para os seus filhos. Nesse caso ele não vai saber está no futuro que você preparou.
b) Prepare os seus filhos para o futuro, sendo assim eles estarão preparados para enfrentar o seu futuro com segurança.
   
IV. A família e o seu Ministério

1) Saiba de uma coisa, se sua família é mais importante do que o seu ministério.
2) Não há obreiro que desenvolva bem, se sua família não vai bem.
3) Se a sua família não vai bem, o seu ministério será um forte candidato à falência.

V. Fortaleça o seu Ministério

1. Fortalecendo a sua família.
2. Dando prioridade a família.
3. Criando os filhos na admoestação do Senhor e com toda modéstia.

O obreiro deve cuidar da sua família, pois o valor dela excede a do Estado e da Igreja, portanto devemos ser vigilantes, quando a família perde a estrutura, perdem-se também os valores, e assim o ministério é afetado. Tenha muita cautela quando for resolver problemas da sua família, pois um problema mal resolvido pode podem causar consequências graves.


Deus abençoe a sua família.
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Fonte:http://ieadepe.blogspot.com.br/2017/01/o-obreiro-e-familia-esboco-717-tema-o.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017


“Do Egito chamei meu filho” (Mt 2:15) O que Mateus quis dizer ao citar essa passagem do profeta?
“Do Egito chamei meu filho” (Mt 2:15)
Essa passagem dos escritos dos apóstolos é sem dúvida, uma das mais difíceis de entender. Enquanto algumas pessoas mais cômodas dizem simplesmente que essa citação do profeta foi introduzida por Roma, porém sem prova alguma, outras dizem que Mateus que “forçou a barra” para introduzir Yeshua no contexto dos profetas, já outras, que dizem é tudo uma farsa e fica por isso mesmo. Porém isso é muito estranho, pois imaginem Roma pegando qualquer parte das escrituras hebraicas para colocar no evangelho de Mateus, para provar que ‘Jesus’ é o Messias, e iriam pegar logo uma passagem em que se diz no verso posterior que Israel sacrificava à baalins? Fica claro que aqui Mateus quis mostrar outra visão, outro entendimento que fica difícil para nós entendermos o que ele quis passar ao colocar essa passagem de Oséias nesse contexto.
Em Óséias 11:1-2 diz o seguinte: “Quando Israel era ainda uma criança, Eu o amava, e ao salvá-lo, do Egito chamei meu filho. Mas quanto mais os chamavam, mais se afastavam deles; sacrificavam aos Baalins e queimavam incenso dedicado a ídolos.”
A pergunta que muitos fazem a respeito desse texto, sendo parte dele repetida por Mateus : “...onde ficou até a morte de Herodes. E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: "Do Egito chamei o meu filho”. (Mt 2:15 – NVI) É: -Ué, Yeshua sacrificava aos baalins? (O Eterno nos livra de dizer tal coisa). Assim a citação de Mateus de parte do verso um do capítulo onze de Oséias, nos parece ser incoerente. Então, o que Mateus quis dizer ao fazer tal citação?
Vejamos, em ambos os textos, da Peshita aramaica e no Grego em (Mt 2:15) são usadas as palavras (“d'net’male” no aramaico, e “pleroo” no grego) que significam: “tornar-se pleno, completar, cumprir, preencher, encher algo em um sentido absoluto...” Em Mt 2:15, comumente traduz-se como “cumprir”: “...E assim se “cumpriu” o que o Senhor tinha dito pelo profeta...” Porém vemos textos, tanto no grego quanto no aramaico, em que as palavras das respectivas línguas (“d'net’male” no aramaico, e “pleroo” no grego) tem o sentido de "completar" também, assim como em seus significados: “Estas coisas vos tenho falado a vós, para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa (obs: completa - “d'net’male” no aramaico, e “pleroo” no grego).” (Jo 15:11)
Então, e se ao invés de entendermos Mateus 2:15 no sentido comum como “cumprir”, entendermos da seguinte maneira: “...onde ficou até a morte de Herodes. E assim se tornou pleno o que o Senhor tinha dito pelo profeta: "Do Egito chamei o meu filho.” E no que o entendimento da palavra “tornou pleno” muda em nossa visão? Muda muito, pois se vermos como “E assim se cumpriu...” significa que Mateus estava se referindo à passagem de Oséias como uma profecia, e que Yeshua cumpriu essa profecia, e isso não é verdade! Mas se Mateus ao escrever quis dizer: “E assim se tornou pleno...” Mateus poderia estar com outro entendimento em sua cabeça, e não o de um cumprimento profético.
Portanto, Mateus como um entendimento simbólico (muito comum em midrashim), se referiu à “do Egito chamei meu filho” como sendo uma referência indireta do Messias Yeshua. E como ficaria a questão do contexto, de que Israel não ouvia os profetas e iam sacrificar aos baalins? Ao citar essa passagem, Mateus logicamente sabia de seu contexto, então ao dizer: “E assim se tornou pleno”, ou “E assim foi aperfeiçoado” o que o Eterno tinha dito pelo profeta: “Do Egito chamei Meu filho”. Por que “E assim foi aperfeiçoado”? Porque quando algo se torna pleno, certamente é aperfeiçoado.
Então Mateus quis dizer que em Yeshua, aquilo que o Eterno falou por meio de seu profeta foi aperfeiçoado, completo! Pois quando Eloha chamou, seu filho Israel do Egito, Israel foi e se desviou, sacrificou aos baalins, porém, quando o Eterno chamou seu filho Yeshua o Messias, Yeshua O obedeceu e foi fiel, e continua fiel. Então, foi completo (aperfeiçoado) o que fora dito pelo Senhor através do profeta; através de Yeshua tornou-se pleno.
Postado por Alan Resende de Oliveira às 19:17

Pr. Josué Brandão - Parte 1 - Desmascarando o Espírito de Jezabel - HD

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ASSEMBLEIA DE DEUS EBENÉZER em Pernambuco realizou sua Assembleia Geral Ordinária(AGO), dia 21.01.17

01.02.2017
Por Dc. Irineu Messias, 24.01.17

Pr. Ev. Rodrigo Moraes, Pr. Ev. Mário Miguel, Pastor Robenildo Lins, Pr. Ev. Gilmar Fernandes, Pb. Leonardo Pereira
A Assembleia de Deus Ebenézer, realizou no sábado dia 21, sua Assembleia Geral Ordinária(AGO).O pastor presidente Robenildo Lins abriu a solenidade lendo um trecho do profeta Jeremias que diz:

"Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR.
Portanto assim diz o Senhor Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o Senhor.
E eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; e frutificarão, e se multiplicarão.
E levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e nunca mais temerão, nem se assombrarão, e nem uma delas faltará, diz o Senhor."



O pastor, em rápido comentário sobre o texto acima,  alertou a todos obreiros presentes,  do aviso do Senhor Deus acerca do cuidado que todos devem ter com as Suas ovelhas. Destacou na sua breve fala, que  Deus  levantou  o Ministério Ebenézer exatamente para acolher muitas dessas ovelhas dispersas e que todos os obreiros da Ebenézer devem , com toda a dedicação,  cumprir este chamado para acolher, cuidar e não afugentar as ovelhas, como alguns pastores em outros lugares, infelizmente estão fazendo.

Irmã Ana Lins, esposa do pastor Robenildo Lins
Durante a reunião foram  tratados vários assuntos, entre eles o Congresso de Mulheres, acampamento Jovem(que ocorrerá durante o período de carnaval) e o Aniversário do Ministério Ebenézer. A esposa do Pr. Robenildo, irmã Ana Lins, discorreu sobre a organização dessas atividades, informando que, o aniversário da Comissão, o aniversário do Ministério Ebenézer e os aniversários dela e do pastor Robenildo, dar-se-ão numa mesma data, que na verdade serão 03 dias de atividades: 28 a 30 de junho de 2017. Ela informou também que no dia 29.06(sábado) estará presente o conhecido pastor e conferencista Napoleão Falcão, que provavelmente pregará também no domingo, dia 30.

A Irmã Ana Lins informou ainda que o primeiro Acampamento Jovem( retiro espiritual) da Igreja Assembleia Ebenézer ocorrerá entre os dias 27 de fevereiro a 01 de março de 2017. O local será em Itamaracá ou em Gravatá. Cada pessoa pagará 80,00(procurar irmã Ana Lins, na sede da Ebenézer).

Dc. Irineu Messias,  falando de sua alegria em estar na Assembleia de Deus Ebenézer. "Foi um chamado de Deus", disse ele.
O  Diácono Irineu Messias também leu uma Escritura em Is. 43:19a:  "Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis?" A partir deste trecho,  o obreiro falou de sua alegria de está participando da Assembleia de Deus Ebenézer, declarando á igreja que ali estava pelo chamado do Senhor Jesus Cristo, provando, disse ele, que este novo Ministério, foi uma coisa nova que o Senhor fez, e que está sendo conhecido, inclusive na imprensa pernambucana, por meio de duas reportagens do Diário de Pernambuco. Reforçou ainda que Deus levantou a Ebenézer para trazer as ovelhas dispersas que outros ministérios,  infelizmente,  não estavam dando a devida atenção. "Por isso Deus fez um grande reboliço na vida do Pr. Robenildo para que através dele esta nova obra surgisse e essas e outras ovelhas,  que ainda estão no mundo, venham para o Aprisco do Senhor Jesus Cristo", concluiu o Dc. Messias.

Pr. Robenildo Lins, pastor  presidente da Ebenézer, ministrou com muita unção de Deus,  uma mensagem de exortação para toda a igreja

O pastor Robenildo discorreu sobre as obrigações e deveres dos obreiros e de suas esposas, bem como da importância deles e elas,  serem exemplo para toda a igreja e para a sociedade.Salientou também das responsabilidades e dos  deveres  também  dos membros da Ebenézer, no  que diz respeito ao seu crescimento, consolidação; além de se ter uma vida exemplar em Cristo Jesus, principalmente alertando as mulheres cristãs para ter o cuidado de não se expôr nas redes sociais.

Os membros da Assembleia de Deus Ebenézer participaram ativamente da Assembleia Geral Ordinária(AGO)
Membros de todas as congregações da Ebenézer estiveram presentes
O Pr. Evangelista Rodrigo Moraes fez a leitura do relatório anual, prestando contas à igreja dos dízimos e ofertas recebidos e onde foram utilizados. Foi uma alegria para toda a Igreja saber que o Ministério Ebenézer já conta uma igreja-sede e  04 congregações, podendo em dois meses, chegar a 05. Eis as congregações:
  • Xambá. Igreja-sede. Rua Ieda, 108.São Benedito.Olinda .PE.(por trás do Terminal integrado do Xambá);
  • Alto da Conquista;
  • Maranguape 2;
  • Jardim Atlântico;
  • Sítio Ouro Preto( recém-inaugurada)

Por fim, o Pr. Evangelista Mário Miguel, fez a leitura completa do Estatuto da Ebenézer para os membros presentes,sendo ele membro também da  nova Diretoria da Assembleia de Deus Ebenézer,cuja composição completa segue abaixo:

Diretoria 

Pastor Presidente: Pr. Robenildo Lins
1º Tesoureiro: Ev. Gilmar Fernandes
2º Tesoureiro: Pb Leonardo pereira da Silva
1º Secretário: Ev. Mário Miguel de Santana
2º Secretário: Ev. Rodrigo Morais
                     

Conselhos Fiscal

Presidente: Almir Correia de Santana
Relator: Pb Valdir Nascimento Pereira
Secretario: Dc. Rivaldo Carlos da Silva.

Conselho de Ética

Presidente: Ev Gilmar Fernandes
Relator: Pb Leonardo pereira da Silva
Secretario: Ev. Mário Miguel de Santana
Membro: Dc. Rivaldo Carlos da Silva

Conselho Consultivo

Presidente: Pb. Teófilo Clemente
Relator: Pb. Lucenildo marques
Secretário: Pb. Paulo Henrique
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Fonte:http://ieadepe.blogspot.com.br/2017/01/assembleia-de-deus-ebenezer-em.html